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| Sniper Urbano - Membro do GSG-9 |
Antes de mais nada, temos que fazer uma diferenciação entre sniper urbano e sniper policial. O primeiro é tido como o atirador que executa disparos a longas distâncias em situações de alto risco envolvendo reféns e sequestradores. São os integrantes de grupos anti-terrorismo, que tiveram o seu surgimento com maior ênfase, a partir da década de 70 com o incidente nas Olimpíadas de Munique em que o grupo terrorista Setembro Negro invadiu a Vila Olímpica e tomou de refém a delegação israelense. A falta de preparo para aquela situação por parte das autoridades alemãs, levou ao insucesso das ações para resgatar os reféns. Após o incidente surgiu o grupo anti-terrorista Grenzschützgruppe 9 (Grupo de Fronteira 9), ou GSG-9, da Bundesgrenzschütz (Polícia Federal de Fronteira), a então Alemanha Ocidental e também o famoso fuzil Heckler-Koch PräzisionsSchützen Gewehr Marksman Rifle ou PSG-1, mundialmente conhecido.
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| SWAT - Sniper Policial |
Já o sniper policial, desenvolveu-se após incidentes nos EUA com atiradores em situações que se fazia necessário a utilização de snipers para a neutralização de ações criminosas, envolvendo ou não reféns.
Após o segundo pior ataque na história dos EUA, ocorrido no dia 1º de agosto de 1966: na ocasião, o estudante Charles Whitman, 25 anos, matou 14 pessoas nas proximidades da Universidade do Texas, em Austin, depois de esfaquear a mãe e a mulher até à morte. O rapaz, que havia servido na Marinha, subiu em uma torre de 27 andares e começou a atirar contra as pessoas que estavam no Campus e em uma rua comercial da região. O tiroteio durou pouco mais de 90 minutos e só terminou quando dois policiais conseguiram subir na torre e matar Whitman. Na época, as forças policiais não contavam com snipers em seus quadros, utilizando-se, muitas vezes, de caçadores civis para neutralizar este tipo de ameaça. Com o ocorrido na Universidade do Texas, começou a atividade de sniper policial.
Após o segundo pior ataque na história dos EUA, ocorrido no dia 1º de agosto de 1966: na ocasião, o estudante Charles Whitman, 25 anos, matou 14 pessoas nas proximidades da Universidade do Texas, em Austin, depois de esfaquear a mãe e a mulher até à morte. O rapaz, que havia servido na Marinha, subiu em uma torre de 27 andares e começou a atirar contra as pessoas que estavam no Campus e em uma rua comercial da região. O tiroteio durou pouco mais de 90 minutos e só terminou quando dois policiais conseguiram subir na torre e matar Whitman. Na época, as forças policiais não contavam com snipers em seus quadros, utilizando-se, muitas vezes, de caçadores civis para neutralizar este tipo de ameaça. Com o ocorrido na Universidade do Texas, começou a atividade de sniper policial.
Os grupos de SWAT (Special Weapons And Tatical), passaram a contar em seus efetivos com policiais específicos para esse tipo de atividade, iniciando a proliferação pelo mundo da doutrina de emprego do sniper policial para diversos tipos de ações como: desencadeamento de ação de grupos de entrada, suspeito barricado, cobrir abordagens de ônibus e trens, cobertura de cumprimento de mandado de prisão, proteção de dignatários, cobertura de blitz de veículos, vigilância de ponto de venda de drogas, segurança de agente infiltrado, etc.


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